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Sexta-feira, 1 de Agosto de 2008

ENERGIAS RENOVAVEIS

EÓLICA

 

Conversão em energia eléctrica

 

 

 

 

 

Em alguns países a energia elétrica gerada a partir do vento representa significativa parcela da demanda. Na Dinamarca esta representa 23% da produção, 6% na Alemanha e cerca de 8% em Portugal (dados de setembro de 2007) e na Espanha. Globalmente, a geração através de energia eólica mais que quadruplicou entre 1999 e 2005.

A energia eólica é renovável, limpa, amplamente distribuída globalmente, e, se utilizada para substituir fontes de combustíveis fósseis, auxilia na redução do efeito-estufa.

 

O custo da geração de energia eólica tem caído rapidamente nos últimos anos. Em 2005 o custo da energia eólica era cerca de um quinto do que custava no final dos anos 90, e essa queda de custos deve continuar com a ascensão da tecnologia de produção de grandes aerogeradores. No ano de 2003 a energia eólica foi a forma de energia que mais cresceu nos Estados Unidos.

A maioria das formas de geração de eletricidade requerem altíssimos investimentos de capital, e baixos custos de manutenção. Isto é particularmente verdade para o caso da energia eólica, onde os custos com a construção de cada aerogerador pode ficar na casa dos milhões de reais, os custos com manutenção são baixos e o custo com combustível é zero. Na composição do cálculo de investimento e custo nesta forma de energia levam-se em conta diversos fatores, como a produção anual estimada, as taxas de juros, os custos de construção, de manutenção, de localização e os riscos de queda dos geradores. Sendo assim os cálculos sobre o real custo de produção da energia eólica diferem muito, de acordo com a localização de cada usina.

 

Apesar da grandiosidade dos modernos moinhos de vento, a tecnologia utilizada continua a mesma de há 1.000 anos, tudo indicando que brevemente será suplantada por outras tecnologias de maior eficiência, como é o caso da turbovela, uma voluta vertical apropriada para capturar vento a baixa pressão ao passar nos rotores axiais protegidos internamente. Esse tipo não oferece riscos de colisões das pás com objetos voadores (animais silvestres) e não interfere na audio-visão. Essa tecnologia já é uma realidade que tanto pode ser introduzida no meio ambiente marinho como no terrestre.

 

 

Em 1986, o primeiro parque eólico de Portugal foi construído na Ilha de Porto Santo, Madeira. No fim de 2007, Portugal era o décimo produtor mundial de energia eólica em termos absolutos, e o quarto em termos relativos, tendo em conta a sua área e população. Segundo o relatório de 2007 do Global Wind Energy Council (GWEC), Portugal tinha uma capacidade instalada de 2.150 megawatts (MW), o que representa 2,3% do mercado mundial.

Na atualidade utiliza-se a energia eólica para mover aerogeradores - grandes turbinas colocadas em lugares de muito vento. Essas turbinas tem a forma de um catavento ou um moinho. Esse movimento, através de um gerador, produz energia elétrica. Precisam agrupar-se em parques eólicos, concentrações de aerogeradores, necessários para que a produção de energia se torne rentável, mas podem ser usados isoladamente, para alimentar localidades remotas e distantes da rede de transmissão. É possível ainda a utilização de aerogeradores de baixa tensão quando se trate de requisitos limitados de energia eléctrica.

 

A energia eólica é hoje considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, principalmente porque é renovável, ou seja, não se esgota. Além disso, as turbinas eólicas podem ser utilizadas tanto em conexão com redes elétricas como em lugares isolados.

 

Em 2005 a capacidade mundial de geração de energia elétrica através da energia eólica era de aproximadamente 59 gigawatts, - o suficiente para abastecer as necessidades básicas de um país como o Brasil - embora isso represente menos de 1% do uso mundial de energia.

 

publicado por Dragão Azul às 09:03

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8 comentários:
De Rafeiro Perfumado a 1 de Agosto de 2008 às 10:28
Que raio é um animal silvestre?!?

Abraço!
De Dragão Azul a 1 de Agosto de 2008 às 14:38
Animal silvestre não é o doméstico. O doméstico já está acostumado a viver perto das pessoas, como os gatos, cachorros, galinhas e porcos, entre outros. Já o animal silvestre foi tirado da natureza e reage à presença do ser humano. Por essa razão, tem dificuldades para crescer e se reproduzir em cativeiro. O papagaio, a arara, o mico e o jabuti, ao contrário do que muitos pensam, são animais silvestres.



Acho que isto responde á tua resposta.

Abraço!
De MrCosmos a 3 de Agosto de 2008 às 12:04
Já há quem diga que a produção de energia eólica em Portugal está a dar prejuizo ??!!
Esta deveria ser uma preocupação emergente, e o debate do nuclear devia de uma vez por todas ser posto em cima da mesa.
Mas andamos sempre a reboque...

Um resto de bom Domingo, Dragão, e excelente semana!

Abraço do Mr.
De Dragão Azul a 4 de Agosto de 2008 às 16:38
Geralmente as energias renovaveis dão sempre prejuizo que é para a febre do ouro negro não acabar. Quanto ao ao nuclear é um assunto que tem que ser estudado tal como todas as energias renovaveis foram enquanto isso não acontece é só bla, bla,....

Abraço!
De cris a 3 de Agosto de 2008 às 14:06
Silvestre, ventania, animais, tou baralhada. Nos bolsos de cada tuga observa-se actualmente uma grande actividade eólica. Que tal? Beijocas larocas para as ninas e pa ti
De Dragão Azul a 4 de Agosto de 2008 às 16:42
HAHAHAHAHAHAH.... Gostei dessa actividade eólica.



Boa semana, nas Seychelles.
De Rafeiro Perfumado a 6 de Agosto de 2008 às 08:41
O único problema da energia eólica, tal como a solar, é não serem constantes, o que impede de se tornarem uma alernativa capaz de substituir os combustíveis fósseis.

Abraço!

PS: também já temos um cigano ;)
De Dragão Azul a 7 de Agosto de 2008 às 17:33
Isso acontece com a maior parte das energias renovaveis.

P.S. - não à problrma desde que não va para os jogos de caçadeira de canos serrados.... eheheheh.

Abraco!

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