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Quarta-feira, 29 de Agosto de 2007

TUDO SERVE PARA ATACAR O F. C. PORTO

A carta a que se refere o Expresso

Pela circunstância de estarmos ligados ao Futebol Clube do Porto por um contrato de prestação de serviços de Conselho em Comunicação e Assessoria Mediática temos sofrido, nas últimas semanas, uma lamentável sucessão de pressões ilegítimas.

Não é este o momento adequado para tornarmos público o conteúdo e a forma dessas pressões, mas queremos deixar claro que nunca, nos 20 anos de actividade da LPM, algo de semelhante tinha ocorrido.

Tememos que a continuação do contrato que nos liga ao FCP possa colocar em risco a normal actividade da LPM em prejuízo dos cerca de 70 colaboradores que empregamos e das cerca de 50 instituições que representamos.

Estas circunstâncias levam-nos a solicitar a rescisão amigável do contrato.

No momento em que o fazemos deixamos claro que nada de menos ético – muito menos ilegal - ocorreu no nosso relacionamento com a vossa instituição e que as pressões que têm sido exercidas sobre a LPM, essas sim, pressupõem uma lamentável falta de seriedade de entidades que deveriam dar o exemplo ao País.

A curta experiência de trabalho com o FCP confirmou, infelizmente, o que tínhamos identificado no diagnóstico inicial: existe uma anormal coligação de interesses que procura impedir a expressão pública da vossa instituição, mesmo quando se trata de situações que poderíamos descrever como de legítima defesa.

Nas últimas semanas, porque ocorreram episódios mediáticos (a maior parte sem qualquer intervenção nem do FCP nem da LPM) que mostram quão frágil é o guião construído por esses interesses, foram sendo utilizados sobre a nossa empresa meios, públicos e privados, que relevam sobremaneira o desespero dessas entidades e a falta de consideração pelos princípios éticos que deviam respeitar.

 

Neste contexto, estamos certos de que compreenderão melhor do que ninguém esta nossa decisão.

 

Eis o teor integral da carta a que se refere o Expresso de hoje e que enviámos, em data recente, ao Futebol Clube do Porto:

 
LPM, 25-08-2007
 
Distracções judiciárias

 

Na véspera do atentado da ETA com matrícula portuguesa, o porta-voz da Polícia Judiciária estava ocupado a fazer publicar no "Crime" uma entrevista em que se me refere. Não mereço tantas atenções.

Diz no essencial duas coisas. Em primeiro lugar, anuncia que SLB e FCP têm agências de comunicação. Ora, como é do domínio público, SLB recorre aos serviços de uma agência de comunicação há mais de 2 anos e só agora FCP decidiu proceder do mesmo modo. E só agora é que o porta-voz da PJ parece preocupado com o assunto.

Em segundo lugar, avisa que "não é por muito dizer mal do processo que ele é desacreditado, isto da parte do FCP", acrescentando: "O que constatamos é que se criou um caso nacional em redor do Apito Dourado e que essa discussão acalorada está a deixar marcas no processo".

Como dizia um amigo que me telefonou preocupado, o porta-voz da PJ esforça-se por me posicionar como uma espécie de Maria José Morgado ao contrário. A procuradora consegue fazer do nada um processo terrível. Eu conseguiria (na visão PJ) tornar em nada um processo terrível. Haja paciência.

LPM, 25-08-2007

 

Para memória futura

A propósito de um documento que fora apresentado na SIC sob a referência "Apito encarnado", fonte anónima da Polícia Judiciária anuncia que "as investigações desenvolvidas levaram já à identificação de uma agência de comunicação que é "suspeita" de ter participado, ou fornecido conteúdos para a redacção do referido documento".

No dia seguinte, no mesmo jornal, a fonte passou a ter direito a foto e declara o seguinte: "Existem clubes que contratam agências de comunicação para descredibilizar a investigação".

Na 2ª feira, no Record, um jornalista reformado que sempre se deu bem com todas as polícias acrescenta o pormenor de a agência de comunicação ter sido "recentemente contratada".

Ora, perante esta sucessão de imbecilidades, esclareço o seguinte:

1. Sim, a LPM tem um contrato – que se pode considerar recente – com o Futebol Clube do Porto (o que não é segredo, como se pode constatar na Carteira de Clientes da LPM aqui);

2. Não, a LPM não tem nada a ver com o documento em causa, nem seria eticamente aceitável que algum dos seus colaboradores produzisse ou contribuisse para produzir um documento que foi divulgado pelos media como sendo anónimo embora com o timbre da Polícia Judiciária (Código de Ética da Disciplina de Assessoria Mediática aqui);

3. A LPM não o fez porque tal violaria, como disse, os seus princípios éticos e nunca o faria porque, adicionalmente, nenhum dos seus clientes – nomeadamente o Futebol Clube do Porto – lhe solicitaria tal prática (os Valores da LPM aqui).

Há pessoas que, em função da sua actividade profissional, passam a vida a conviver com marginais. Talvez por isso acabem por julgar todos os outros, mesmo os que nada têm a ver com esses ambientes, à luz dos critérios com que avaliam os marginais. E isso, como é bom de ver, não contribui para o discernimento, o rigor da análise e a prudência de quem vem para os media falar em nome de uma instituição tão importante como a Polícia Judiciária.

Porque será que, de repente, há jornalistas que julgam que passaram a saber o que eu digo ao telefone?

 

Uma das regras da minha vida é não dar importância às imbecilidades que se me atravessam no caminho. É por não perder tempo com essas matérias que consigo fazer tanta coisa e andar para a frente. Mas, por vezes, sou forçado a abrir uma ou outra excepção - não vá alguém pensar que existe algum pó de inteligência onde só se encontra imbecilidade.

A imbecilidade para aqui chamada começou no sábado passado no Correio da Manhã.

LPM, 21-08-2007

 

 

Fonte http://bloglpm.lpmcom.pt/index.php

 

sinto-me:
publicado por Dragão Azul às 08:00

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2 comentários:
De Rafeiro Perfumado a 29 de Agosto de 2007 às 16:44
Parece que não somos os únicos a ter atracções por desastres, neste caso anunciado... um abraço!

PS: já viste como um rafeiro vermelhusco e um dragão azul conseguem conviver sem problemas? Somos um exemplo a seguir, pá
De Dragão Azul a 29 de Agosto de 2007 às 18:38
É o que um portista tem que sofrer, mas mais desastre menos desastre alguém deve de se safar.

Quanto ao teu P. S. somos de raças bem diferentes e não temos problemas de conviver, pena não ser sempre assim com todas as raças.
Boa Semana.

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